quarta-feira, 21 de novembro de 2007







"A NEGRA" - Tarsila do Amaral. "ZUMBI"


Avaliação do Curso de Atualização: Desenvolvendo Capacidades de Leitura e Escrita nas Diferentes Áreas.

Atividade Final: Análise de uma proposta de Leitura e Escrita.

Plano de aulas: História.


PROJETO: “EDUCANDO PELA DIFERENÇA PARA A IGUALDADE”.

TEMA: A LUTA DOS NEGROS, ONTEM E HOJE.
SÉRIE: 3ª séries do Ensino Fundamental.


OBJETIVOS:


Chamar a atenção para o caráter simbólico que essa luta assume na atualidade, pretendemos mostrar aos alunos que, em momento algum, os escravos reagiram passivamente à escravidão. Pelo contrário, foram várias as formas que os escravos encontraram de enfrentar a violência do cativeiro. A fuga para os quilombos, a principal delas.
As relações entre passado e presente se dão, não só pela importância simbólica de Zumbi na luta da população afrodescendente brasileira contra o preconceito racial e a exclusão social, mas também pela necessidade de conhecer, respeitar e valorizar as comunidades remanescentes de quilombos no Brasil atual.




METODOLOGIA:




Serão trabalhados diversos tipos de textos, sempre de forma dinâmica e interativa, a fim de levar o aluno a construir progressivamente um repertório de informações que lhe permitam compreender o mundo histórico e social em que está inserido e o preparem para intervir ativamente na sociedade.




DESENVOLVIMENTO:

- Sempre adiantar aos alunos os objetivos das atividades a serem realizadas, para conferir sentido às tarefas propostas.

Para tornar mais significativa a aproximação dos alunos com a abertura deste tema, seria interessante reproduzir a música Upa Neguinho, de Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri, gravada por Elis Regina em 1966.
Após ouvirem e cantarem a música, problematizar a questão da violência contra crianças, comum ao longo da história, de forma geral, e contra as crianças escravas, em particular: por que a criança escrava mal começa a andar e já começa a apanhar? É correta esta atitude?
Essa atividade é importante para trabalhar com os alunos os valores de ética, com o objetivo de reforçar a formação cidadã.
Vista com “naturalidade” no decorrer da história, a violência contra crianças tem sido, desde o século XX, reprovada e combatida com veemência, principalmente após a Declaração dos Direitos da Criança.




ATIVIDADE DE ESCRITA:
Pelo título da música, escreva em seu caderno o que você acha que ela quer dizer. Do que ela fala.



ATIVIDADE DE LEITURA:
TEXTO I (estímulo gerador) - UPA NEGUINHO..
(MÚSICA)

“Upa neguinho
Na estrada
Upa para lá e para cá
Vige, que coisa mais linda,
Upa neguinho começando a andá
Começando a andá,
Começando a andá
E já começa a apanhá!”

Edu Lobo e Gianfrancesco Guarnieri.

RODA DE CONVERSA:
A) Quem é a personagem principal?
B) Essa personagem era livre ou escrava?
C) Como era tratada?
D) Você já viu criança trabalhando? Onde?
E) Como viviam as crianças escravas?





TEXTO II - HISTÓRIAS DA PRETA.
(PARADIDÁTICO
)


“Os navios saíam abarrotados da África, cheios de pessoas que eram compradas ali e vendidas em outro lugar.
Durante a travessia, alguns dos apanhados conseguiam se jogar no mar: era preferível escolher morrer a viver escravizado. Outros eram atirados do navio, porque tinham ficado doentes. Até de tristeza eles morriam – uma tristeza chamada banzo, que era a falta que sentiam de sua terra, de sua casa. Depois do desembarque, alguns comiam terra até morrer, e muitos morreram de tanto trabalhar. E era só lutar para não serem escravizados, era só resistir que morriam de apanhar de chicote e outros instrumentos piores.
No Brasil, alguns escravizados conseguiram fugir e criaram os quilombos, lugares onde podiam recuperar o fôlego. Eram espaços de acesso dificílimo, afastados das cidades e das fazendas. Ali eles tentavam organizar a libertação de outros escravizados, para que voltassem a ser pessoas com direitos.
Ás vezes as nações quilombolas associavam-se com nações indígenas nessa luta. A unidade dos índios como povos inteiros ajudava-os nas estratégias de defesa, e o fato de conhecerem a terra, a geografia do lugar, era outra vantagem.
Mas muitos índios também foram escravizados. A quantidade só não foi maior porque muitos deles morriam no contato com os europeus. Já os africanos, por possuírem conhecimentos de mineração e agricultura principalmente, eram os preferidos dos escravizados.”

Heloísa Pires Lima. HISTÓRIAS DA PRETA. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1998. p. 41-42.

FORMAR AGRUPAMENTOS PRODUTIVOS E DEBATER:
A) Que formas os escravos encontraram de lutar contra a escravidão?
B) Quais reações você verificou neste texto?
C) Cite o motivo que levou os europeus a escravizar os africanos.
D) Além dos africanos, que outros povos foram escravizados pelos europeus?
E) Os povos africanos receberam alguma ajuda na luta contra a escravidão no Brasil?





TEXTO III INCLUSÃO DA NAÇÃO NEGRA: ONTEM E HOJE.
(Jornalístico)

Em 1670, Zumbi dos Palmares deu início a uma longa luta. Há 118 anos seus ideais permaneciam na batalha travada por abolicionistas. Pessoas que, em 1888, alcançaram uma conquista: os negros estavam libertos. A Lei Áurea era assinada. A guerra entre abolicionistas e escravocratas dava um passo em favor da igualdade. Mas, os escravocratas queriam que os negros permanecessem nas senzalas, afinal, eram mão-de-obra barata. Com a Lei Áurea os negros alcançaram a liberdade, mas não os direitos.
O 13 de maio de 1888 relembra que a batalha dos abolicionistas não foi em vão. O tempo passou e esses ideais não morreram. Prova disso são: em 1951, a aprovação da Lei Afonso Arinos; em 1988, a Constituição declarar em seu art. 5º, que "a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão, nos termos da lei"; em 1989 termos a Lei Caó que regulamenta o princípio constitucional para combater o racismo; e, em 1997, aprovarmos a Lei 9.459, de nossa autoria, que, entre outras coisas, define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor e de injúria. O Estatuto da Igualdade Racial já foi aprovado pelo Senado e está em debate na Câmara. Vemos que os conservadores de hoje não querem sua aprovação e, assim como os escravocratas de ontem, não querem que os negros ocupem melhores postos de trabalho; tenham acesso às universidades; tenham direito à terra, entre outros. Preferem que os negros continuem figurando entre os mais pobres, com os menores índices de escolaridade e os mais baixos salários.
Para eles, seria um erro o Brasil adotar ações afirmativas que beneficiem o povo negro. Dizem que elas aguçariam o conflito racial. Para nós isso acontece ao mantermos o "status quo".
Hoje a maioria das pessoas lutam em favor da igualdade e da justiça. Queremos que o Brasil avance tal como aconteceu nos EUA. Em 1964, depois de batalhas lideradas por Luther King, o Congresso aprovou os Direitos Civis dos Negros Norte-Americanos. Pensamos em uma sociedade idealizada por King em que as pessoas não sejam qualificadas pela cor de sua pele. Sabemos que não estamos sós nessa luta. O Movimento Negro vem conquistando mais e mais simpatizantes à causa. Tivemos avanços no Executivo, por exemplo, com a criação da Secretaria Especial de Políticas para a Igualdade Racial e a aprovação do ProUni.
No futuro, quando já não estivermos mais aqui, certamente gerações comentarão que no início do século XXI o Brasil travou uma grande batalha entre os que queriam assegurar os direitos civis para os negros e aqueles que, como os escravocratas de 1888, pretendiam o contrário negando que o preconceito existe.

12/5/2006 - Paulo Paim* - Jornal O Progresso - Brasil
*(Senador pelo PT-RS)






"Inclusão do negro na educação."

ATIVIDADES ESCRITAS:

- Imagine que você e seu colega fossem dois jovens estudantes da época da abolição e participassem de um clube abolicionista. Que ações vocês poderiam preparar para ajudar na campanha abolicionista? Escrevam sobre isso.


O QUE MUDOU?

- Como ficou a vida dos negros depois que a escravidão foi abolida?
- Já se passaram mais de 100 anos desde que a escravidão foi abolida. E atualmente, como anda a situação dos negros no Brasil?
- Você acha que a existência de uma lei é suficiente para acabar com as práticas de discriminação racial em nossa sociedade? Dê sua opinião e discuta com seus colegas.




Análise da proposta de Leitura e Escrita.


Verifica-se nesta proposta de aula que os textos remetem a outros textos no passado e apontam para outros, no futuro.
Percebe-se também a intertextualidade, com a presença de diferentes gêneros de textos que permeiam a mesma esfera social e política.
Como os objetivos de leitura interferem na forma de ler o texto, eles foram adiantados para os alunos, para ajudá-los no processo de compreensão.
A proposta possibilita que os alunos sejam os protagonista de seu aprendizado escolar. Quando lêem e escrevem os vários gêneros de textos orais e escritos, que os levam a interpretar e estabelecer significados, eles passam a serem sujeitos ativos no processo de construção de seus conhecimentos.
As atividades propostas fornecem subsídios para que os alunos escrevam. Os subsídios dizem respeito ao conteúdo, ao gênero em questão, aos elementos do contexto de produção (finalidade, leitores, local de circulação do texto, etc).
Também os ajudam a construir suas hipóteses, a respeito do sentido do que lêem e escrevem e os conduzem a terem informação e conhecimento e não somente checar suas compreensões.
Para a compreensão dos textos, ficaram claras as informações prévias como: o seu autor, o assunto, a época em que foram produzidos, os objetivos, conhecimentos de outros textos, a data da publicação, qual sua esfera de circulação e o campo de conhecimento com o qual trabalha, porque estas são capacidades de apreciação e réplica do leitor em relação ao texto.
Estas capacidades são necessárias para que os alunos possam interpretar o texto discursivamente, situando-o. Sem isso, a compreensão de um texto fica num nível de adesão ao conteúdo literal pouco desejável a uma leitura crítica e cidadã onde o leitor não dialoga com o texto, mas fica subordinado a ele.
Ao longo das aulas, os alunos estão constantemente comparando informações de várias ordens, advindas dos textos, de outros textos, de seu conhecimento de mundo, de maneira a construir os sentidos dos textos que estão lendo.
No planejamento das aulas observa-se o trabalho de antecipação, isto é, a predição de conteúdos, a partir das situações de leitura, de suas finalidades, da esfera de comunicação, do suporte do texto, de seu título (ex.: Upa Neguinho), de imagens. Os alunos levantam hipóteses sobre o conteúdo e a forma do texto, trata-se de um jogo de adivinhação.
No caso de uma lacuna de compreensão, provocada por exemplo, por um vocábulo (status quo - texto: Inclusão da Nação Negra: Ontem e Hoje) ou uma estrutura desconhecida, é exercido uma estratégia inferencial, ou seja, é descoberta pelo contexto do texto e pelo significado anteriormente já construído.
Ao longo das leituras, os alunos estarão checando suas hipóteses, confirmando-as ou desconfirmando-as, através das rodas de conversa, da própria leitura, e conseqüentente buscando hipóteses mais adequadas. Portanto, considero este plano de aula bastante satisfatório.
Postado por: Simara.

























































terça-feira, 20 de novembro de 2007



Avaliação do Curso de Atualização:
Desenvolvendo Capacidades de Leitura e Escrita
nas Diferentes Áreas.


Atividade Final: Análise de uma proposta de Leitura e Escrita.


Plano de aula:

Disciplina: Literatura

Tema: Romantismo

Série: 2º Colegial


Objetivos:

v Conhecer o processo e a época que deu origem ao romantismo;
v Identificar suas características;
v Conhecer alguns autores famosos desta fase da literatura;
v Leitura e análise de trechos de algumas obras destes autores.

Metodologia:

v Leitura s e Explicação dos textos pela professora.
v Exercícios de interpretação de textos.
v Análise de trechos de textos poéticos.




Desenvolvimento:



A. Leitura e explicação do texto: "Romantismo", pela professora:


Cópia do texto :"Romantismo".


1. Situação Histórica:

A ascensão da burguesia Européia por ocasião da Revolução Francesa (1789) foi o ponto culminante de um processo iniciado na Revolução Comercial. Essa ascensão econômica e política, implicou a derrocada da aristocracia e na vigência”um novo sentido de vida, baseado na livre iniciativa, na livre concorrência e na distribuição de barreiras rígidas entre as classes sociais”.

Esse ambiente social proporcionou a divulgação, no país, de uma arte que se adequava à nova sensibilidade, por ser, sobretudo, popular em sua essência: o Romantismo.

Esse movimento iniciou-se em Portugal com o poema Camões, de Almeida Garrette. No Brasil, com Suspiros Poéticos e Saudade, de Gonçalves de Magalhães.

É de se salientar que, no Brasil, o movimento assemelhou-se bastante ao da França, como conseqüência da coincidência entre a Revolução Francesa (1789) e a Independência Política (1822), pois, além do pouco tempo que os separou, foram dois fatos de caráter literário; daí o nacionalismo presente nas obras da maioria dos autores românticos brasileiros.


2. Características:

a) Individualismo e Subjetivismo:
Presença do íntimo do autor, o tom pessoal, a visão de mundo é individual; egocentrismo.

b) Sentimentalismo:
A emoção supera a razão, direcionando a atitude artística do autor.


c) Sonho e Fantasia (Fuga da realidade):
Não se enquadrando na sociedade burguesa e nem concordando com ela, os poetas devaneiam em seus universos imaginários.

d) Culto à natureza:
Exercendo profundo fascínio entre os autores da época, a natureza era vista como antítese da civilização.

e) Volta ao passado:
A idade média “é a origem heróica da nação” e no “tempo da infância” representa o paraíso perdido.



3. Poesia Romântica Brasileira

A poesia romântica brasileira sofreu maior influência dos franceses Musset, Chateaubriande Lamartine. Embora os poetas brasileiros tenham praticamente, coexistido, há diferenças consideráveis entre eles.

-Primeira Geração (Nacionalismo e Indianismo)
Marcada pelo entusiasmo Nacionalista, pela exaltação da Natureza e do índio. Autor de Destaque: Gonçalves Dias.

-Segunda Geração (ultra romantismo – Tédio)
Esta geração sofreu influência direta da poesia de Byron e se caracteriza pela imaginação pelo sentimentalismo e pela fuga da realidade. Os poetas optam por virgens intangíveis e cenários exóticos como cemitérios (lócus Horrendus). Autor principal: Álvares de Azevedo

-Terceira geração: (Poesia Social ou Revolucionária)
Esta geração propunha transformação no país. Uma de suas propostas era a libertação dos escravos, sendo Castro Alves seu maior representante.



B.Atividades.

1. Leia as informações abaixo e responda se são C (Certas) ou E (Erradas).

a) ( ) O Romantismo surgiu inicialmente na Alemanha e na Inglaterra por volta do ano 1836.
b) ( ) A segunda geração romântica cultivou uma poesia acentuadamente egocêntrica e sentimentalista.
c) ( ) Álvares de Azevedo é o maior representante da poesia mal-do-século brasileira.
d) ( ) O indialismo é a única linha temática explorada por todas aa gerações de poetas românticos.

2. Pálida à luz da lâmpada sombria,
Sobre o leito de flores reclinada,
Como a lua por noite embalsamada,
Entre as nuvens do amor ela dormia!
(Álvares de Azevedo –Soneto)


A) Quais são as diferenças entre Álvares de Azevedo e Castro Alves no que diz respeito ao tratamento da mulher?

B) Tomando como base a questão anterior, responda: se são poetas românticos porque há essa diferença?


3. Que tipo de Herói Manoel Antonio de Almeida utiliza em “Memórias de um Sargento de milícias”?

4. Faça uma comparação entre Leonardinho, herói do livro da questão 3 e Fernando Seixas, de “Senhora” de Alencar. Para responder à questão, você pode enumerar características de ambas as personagens.


O texto abaixo transcrito refere-se as questões 5 e 6.

Um dia, ao pino do Sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da Acácia silvestre esparziam flores para os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem, almeigavam o canto.
Iracema saiu do banho; o aljôfar d’ água ainda a roreja, como a doce mangaba que corou em manhã de chuva. Então repousa, empluma das penas do gará as flexas de seu arco: e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo o canto agreste.

(José de Alencar - Iracema)


5. A descrição de Iracema é Romântica? Por quê?

6. Retire do texto palavras ou expressões que ilustrem a resposta anterior.




Análise desta proposta de Leitura e Escrita.

O que eu observei pelo plano de aula desta professora é que ela adota uma metodologia tradicional de exposição de aula, onde ela faz o papel de transmissora de conhecimentos. Porém, este tipo de estratégia não consegue prender a atenção do aluno por muito tempo, e ele acaba se dispersando.
Ela não garantiu aos alunos oportunidade de trabalhar as estragégias de leituras, como antecipação, checagem, inferência, etc, estratégias que permitem que os alunos desenvolvam habilidades para fazerem uma leitura efetiva.
Outra grande falha da professora é que os textos foram resumidos e não trouxeram informações necessárias para que o aluno pudesse alcançar os objetivos propostos. Ela não ofereceu suporte para o texto (livros, jornais, revistas, internet, etc). Na ausência desses materiais o aluno ficou impedido de aprender a buscar e localizar informações relevantes por meio de cópias, iluminação, sublinhados, etc. Não houve oportunidade para o aluno fazer sínteses e esquemas significativos porque a professora já trouxe tudo pronto.
Quanto às atividades de interpretação do texto, foram bem elaboradas, mas faltou suporte para que o aluno pudesse desenvolver as habilidades que foram cobradas como: análises, comparações e inferências, pois, pelos objetivos propostos pela professora, é notável que os alunos não leram os livros na integra.

Sugestão: Eu sugiro que a professora mude sua prática, para uma metodologia construtivista, incentivando a pesquisa e o protagonismo juvenil. Por exemplo: a partir do texto que ela trouxe, poderia propor um aprofundamento do mesmo, através de pesquisas das palavras relevantes como Revolução Francesa, para atender ao ao primeiro objetivo proposto; e sobre os autores citados.
Os alunos certamente desenvolveriam habilidades de leitura e escrita se trabalhassem em grupos, com materiais diversificados, do qual, eles tirariam informações e fariam resumos, esquemas comparações, etc, e, é claro, que pudessem contar com o professor, no papel de mediador em suas aprendizagens.
Depois que os alunos tivessem entendido o assunto, o professor poderia sugerir uma troca de experiências entre os grupos, através de uma exposição de aula ou através de um debate.
Como o tema da aula era o Romantismo, a professora poderia propor ainda, como produto final deste projeto, uma coletânea de poesias ou a bibliografia de autores famosos, ou ainda um Sarau de poesias.
Com esta metodologia que sugeri, acredito que os alunos teriam uma aprendizagem bem mais significativa do que com a metodologia proposta pela professora, a qual proporcionaria aos alunos, apenas a memorização dos conteúdos para a prova.

Postado por Cristina

domingo, 18 de novembro de 2007

LER E ESCREVER É COMPROMISSO DE TODAS AS ÁREAS.

1ª versão: Sim, ler e escrever é condição para a construção do conhecimento, pois é através dos textos orais e escritos que encontramos informações e que se efetuam as comunicações e representações da realidade.

2ª versão: Acreditamos que ler e escrever é compromisso de todas as disciplinas, porque todas elas possuem linguagens e símbolos específicos e essenciais para a formação do aluno competente para analisar, interpretar, explicar, compreender e se comunicar eficientemente no mundo em que vive.

3ª versão: Quando um indivíduo passa a ler e escrever, um novo paradigma se forma e ele passa a se perceber como sujeito ativo no processo de construção de seu conhecimento, possibilitando que seja o protagonista de seu aprendizado escolar.
Para que a escola cumpra seu papel social, é imprescindível que o professor inove sua prática, adotando o modelo de construção de conhecimentos através das linguagens, de forma que o aluno construa suas hipóteses a respeito do sentido do que lê e escreve e que conduza o leitor a ter informação e conhecimento.
Para que o aluno seja o protagonista de seu aprendizado, o professor poderá utilizar os vários gêneros de textos orais e escritos (leitura e escrita) que os levam a interpretar e estabelecer significados nas várias disciplinas.
O texto é uma forma de organização e transmissão de idéias, conceitos e informações de modo geral, que contribui para a formação de uma geração de leitores capazes de dominar as múltiplas linguagens, de construir seu próprio conhecimento, suas hipóteses a respeito do sentido do que lê e escreve na sala de aula ou no mundo.
Assim, professores de todas as áreas, assumindo sua tarefa de mediadores de leitura e escrita, desencadeiam novos comportamentos na escola, proporcionando oportunidades de construção de sentido e produção de conhecimentos.


sábado, 17 de novembro de 2007

RELATÓRIO CIENTÍFICO




















segunda-feira, 12 de novembro de 2007

UNIDADE 7 - "OS TRABALHADORES SE REVOLTAM: O GRANDE MASSACRE DE GATOS NA RUA SAINT-SÉVERIN".


PREDIÇÃO.

Supomos que o texto aconteceu em meados de 1930, e fará um paradoxo doentio, de poderosos donos de fábricas em um subúrbio na França, com gatos que são espertos e malandros. Porém, foram igualmente massacrados pela revolta de seus funcionários que eram maltratados, escravizados e junto de suas famílias tinham péssimas condições de vida e não tinham a quem recorrer.
Promoveram este massacre como forma de reivindicação para serem reconhecidos como gente, melhorando assim suas qualidades de vida.

A relação que pode haver entre uma revolta de trabalhadores e um massacre de gatos, é que simbólicamente os gatos representarão os patrões.

As antecipações que fizemos na atividade anterior foram em alguns aspectos semelhantes e outros equivocados.
A relação entre a revolta dos trabalhadores e o grande massacre de gatos, está relacionado pelo autor às condições sociais e de trabalho na Paris de 1730, e nós pensamos na Paris de 1930.
Porém, relaciona o massacre de gatos com a vontade que tinham de massacrar seus patrões, pelos mesmos motivos, indignidade com a forma que eram tratados.
Outra semelhança foi do leitor moderno como nós, não entendermos os diferentes hábitos do povo francês, achando repulsivo comparar animais com os patrões e matá-los indefesamente.


A compreensão de um texto depende de informações prévias como: o seu autor, o assunto, a época em que foi produzido, os objetivos, conhecimentos de outros textos, a data da publicação, qual sua esfera de circulação e o campo de conhecimento com o qual trabalha, porque estas são capacidades de apreciação e réplica do leitor em relação ao texto (interpretação e interação). Estas capacidades são necessárias para que o leitor possa interpretar o texto discursivamente, situando-o. Sem isso, a compreensão de um texto fica num nível de conteúdo literal pouco desejável a uma leitura crítica e cidadã, onde o leitor não dialoga com o texto, mas fica subordinado a ele.
É importante que em sala de aula, questões deste tipo sejam colocadas em diferentes gêneros de textos, e poderá desenvolver as capacidades de leitura interpretativa e crítica, levando o leitor a se aproximar do autor conhecendo seu estilo, a maneira de relatar os fatos abordados, localizando-se no contexto histórico para sua esfera de circulação, trazendo informações e ampliando o campo de conhecimento, melhorando a exploração e o aproveitamento do contexto.



Já no início do texto percebemos que o autor estabelece um diálogo entre a narrativa do operário Contat e sua própria narrativa (..., segundo um operário que textemunhou o fato, ... ...Havia dois aprendizes: Jerome, ...).
O recurso de linguagem que o autor utiliza para introduzir a narrativa do operário, é a voz popular que ele representa, tendo como documento-fonte um relato. É a partir da voz do operário que o autor criou a sua, ou seja a personalidade que fala através do conto.


Antes da Revolução Indústrial só tinha o trabalho artesanal, e as relações de trabalho nesta época era de condição igual a de escravos.
Os aprendizes não tinham salários, trabalhavam em troca de alimentação e moradia que eram precárias. Os chamados oficiais tinham péssimos salários e o mestre que era o patrão, explorava e maltratava a todos.
Quando surgiram as primeiras máquinas deu-se o início do período Pré-industrial.
Com o surgimento das grandes fábricas, as pessoas se especializam fazendo sempre o mesmo trabalho e quem ganha são os patrões, as custas dos operários, até chegar ao capitalismo onde os poderosos controlam tudo.


A simbologia existente na cena de cerimônia de "julgamento e matança" dos gatos se dá quando os trabalhadores associam os gatos a seus patrões, e fazem com eles o que gostariam de fazer com os patrões.
Era a única forma de se manifestarem contra os abusos e a má qualidade de vida que tinham.
Promoveram este massacre como forma de reivindicação para serem reconhecidos como gente, melhorando assim suas qualidades de vida.


O massacre dos gatos foi relacionado às condições sociais e de trabalho na Paris da Europa pré-industrial, porque nesta época estabeleceu-se grande distanciamento entre o operário que vivia em condições de miséria e os proprietários .
Os salários já insuficientes, diminuiam diante do grande números de pessoas em busca de empregos.
Os baixos salários e desempregos geram revoltas e conflitos entre operários e patrões, chamando a atenção sobre a opressão que o capitalismo europeu causou.
Remete também à questão social e ética em relação aos animais (gatos) indefesos, que foram injustamente massacrados.


APRECIAÇÃO DE VALORES ÉTICOS E POLÍTICOS
O que a esposa percebeu na manifestação dos operários, é que o acontecimento ia além daquilo que o marido suspeitou. Já que os operários não podiam atingir diretamente os patrões descontavam sua raiva nos gatos, dando a entender que os próximos poderiam ser eles.

domingo, 11 de novembro de 2007


RELATO COMENTADO 3 - Podemos conhecer o Universo?
Reflexões sobre um grão de sal.


O grande físico e divulgador científico Carl Sagan, define ciência como um modo de pensar do que propriamente um conjunto de conhecimentos.
Seu objetivo é compreender de que forma o mundo funciona, desde as partículas subnucleares até o cosmo como um todo.
A ciência é baseada na experimentação, na disposição de desafiar velhos dogmas, numa abertura para ver o Universo como ele realmente é. Ela procura a regularidade dos fatos e é aberta a testá-los.
Consiste em pensar sobre alguma coisa, em penetrar no âmago das coisas, mesmo que pequena, o que nos dá imenso prazer, porque o ser humano é de espécie inteligente e o exercício apropriado dessa inteligência nos proporciona um bem estar.
Assim, o Universo é incognoscível e se não podemos compreender um grão de sal, menos ainda o Universo. Embora o homem possua hoje um grande conhecimento sobre algumas leis que regem a realidade física conhecida.

O autor acredita que, diante da grandeza da criação divina ou da evolução, dependendo da teoria que adotemos, pouco sabemos sobre tal realidade. A busca pela construção do conhecimento é inesgotável.
Portando, a ciência é o único meio possível de compreender tão vasto e complexo Universo, através da capacidade dos seres humanos inclinados a encontrar leis naturais.
O Universo força os que nele vivem a compreendê-lo; a forma como o mundo funciona.
Acredito que ciência é uma cultura científica que propicia melhores condições para a busca do conhecimento, para os valores da cidadania imprescindíveis para a compreensão da vida cotidiana, para o desenvolvimento do pensamento autônomo e inserção crítica na sociedade.

É o conhecimento ou sistema de conhecimentos que abarca verdades gerais testadas através do método científico.

Permita-me a comparação: Também vejo o Universo como uma biblioteca. E a biblioteca é por sua vez um Universo.

Postado por Simara.


sábado, 10 de novembro de 2007

RELATO COMENTADO 2 - "O MILAGRE BRASILEIRO".

O texto é uma obra importante, seja pelo aspecto progressista de seu conteúdo, seja pela repercussão que teve, seja, finalmente, pelo fato de aprofundar e precisar a compreensão de alguns aspectos fundamentais de nosso passado.
É um precioso balanço crítico, oferecendo ao leitor orientações seguras no estudo de nossa história.
O texto de Bóris Fausto, traça um grande painel da trajetória de uma das maiores economias industriais do planeta, privilegiando a história do período republicano.
Trata a história como “uma disciplina vital pra a formação da cidadania”, deixando transparecer o substrato social-democrata que fundamenta sua visão da história.
Bóris Fausto descreve o grande processo social e econômico que desembocou no Brasil moderno, da Nova República.
O próprio sentido de cidadania, implícito no texto, denota as intenções democráticas do autor, que revela também o lugar privilegiado que a conquista da democracia burguesa ocupa nesse relato, onde a luta de classes aparece como um fantasma a ser exorcizado.
"O Milagre Brasileiro", de Bóris Fausto, reflete assim, a ideologia da classe dominante brasileira, com sua visão própria da história do país, com sua crítica de algumas mazelas, com sua concepção de democracia e, particularmente, com um projeto de desenvolvimento adequado a seus interesses.
O enigma que ele se propõe a decifrar não é trivial: Quem é o povo brasileiro? Quem somos nós?
Os interesses e as aspirações do povo jamais foram levados em conta, porque só se tinha atenção e zelo no atendimento dos requisitos de prosperidade da feitoria exportadora.
Nunca houve aqui um conceito de povo, englobando todos os trabalhadores e atribuindo-lhes direitos. Nem mesmo o direito elementar de trabalhar para nutrir-se, vestir-se e morar”. “O que houve e o que há, é uma massa de trabalhadores humilhada e ofendida por uma minoria dominante, espantosamente eficaz na formulação de seu próprio projeto de prosperidade, sempre pronta a esmagar qualquer ameaça de reforma da ordem social vigente”.
No Brasil nunca houve um Estado de bem-estar social.
Não deixa de ser surpreendente que este verdadeiro “estado do mal-estar social” originado da inflação que veio a galope, dando coises nos salários.
O Ministro Delfim Neto, achava que "primeiro o bolo deveria crescer, para depois ser dividido". Aí esta a grande empulhação da ditadura: o Brasil teve um grande crescimento econômico e sua renda per capita ficou bem maior. Mas o bolo foi comido pelos ricos.
Em suma, a ideologia que fundamenta a criação de um verdadeiro “estado do mal-estar social”, é de que os cidadãos não têm mais direitos sociais básicos assegurados e ficam à mercê das forças selvagens do mercado.
Postado por Simara.
MINHAS EXPECTATIVAS PARA O CURSO.

Em 2004, na escola que trabalho (ciclo I), sentimos a necessidade de conhecermos mais sobre os gêneros e tipologias de texto, pensando que assim poderíamos encontrar caminhos para melhorar as produções dos alunos.
Nos HTPCs de 2005, estudamos o livro "Escola, Leitura e Produção de textos", de Ana María Kaufman e María Elena Rodríguez que apresenta uma classificação simples e precisa dos textos que estão sendo produzidos na atualidade, estando articulada com uma proposta didática para que as crianças venham a ser boas leitoras e escrevam corretamente e com autonomia.
As autoras propõem que se trabalhe de forma construtiva com os erros e que sejam criadas situações de contato, exploração e reflexão sobre a produção de textos que permitam aos alunos otimizar seu aprendizado, aproveitando ao máximo suas possibilidades.
Quando ofereceram este curso, imediatamente pensei: é a oportunidade que ampliar meus conhecimentos, aperfeiçoar minhas habilidade de leitura, escrita, tecnologia e comunicação. Por isso desejei muito cursá-lo.
Postado por Simara.

segunda-feira, 5 de novembro de 2007

RELATO COMENTADO 1: "Se um viajante numa noite de inverno" - ITALO CALVINO.


Segundo Italo Calvino, raras vezes o leitor foi chamado à frente de uma cena ficcional e neste romance ele põe o leitor no centro da cena.
Nesse romance, o leitor é simplesmente o protagonista. Tudo se resume ao significado dessa peça fundamental da engrenagem narrativa, espécie de "única realidade" que restaria ao romance depois de concluído o ato de escrevê-lo, como uma obra realista.
"Você vai começar a ler o novo romance de Italo Calvino, "Se um Viajante numa Noite de Inverno'", anuncia o autor logo na primeira linha. A frase, como ocorre com toda grande obra, contém o texto inteiro.
Apesar da afiada ironia e do humor, é evidente que "Se um Viajante numa Noite de Inverno" revela o gosto do autor pela reflexão literária.
É óbvio que Calvino destaca a figura capaz de fazer com que um livro deixe a condição de "ser morto" para se transformar num "ser vivo", obra literária.
No fim de "Se um Viajante numa Noite de Inverno", Calvino escreve que, no passado, o sentido último de todos os relatos tinha duas faces: a continuidade da vida e a inevitabilidade da morte. "Se um Viajante numa Noite de Inverno" realiza-se no mundo real, transformando, como se disse antes, os leitores num mesmo indivíduo. Isso acaba permitindo que a continuidade da vida se imponha à inevitabilidade da morte. "
Penso que a obra seja uma brincadeira, porém para quem aprecie este gênero seja boa literatura, um labirinto em que histórias se entrecruzam, tendo por personagem principal um "Leitor" logo coadjuvado pelo "leitor".
Trata-se o tempo todo de um jogo, na minha opinião nada fascinante e impossível de resumir, penso que nem conseguiria.
Postado por SIMARA.

domingo, 4 de novembro de 2007




VERBOS DE INSTRUÇÃO.



Levantamento dos Verbos de Instrução




domingo, 28 de outubro de 2007

Livro Escolhido:


Matemática V. Único

Ensino Médio


Editora Atual

Autores:

Gelson Iezzi

Osvaldo Dolce


David Degenszajn

Roberto Périgo

Nilze de Almeida
Verbete do dicionário para o termpo TEMPO:

do Lat. tempus
s. m.,
duração limitada, por oposição à ideia de eternidade;
período;
época;
sucessão de anos, dias, horas, momentos, que envolve, para o homem, a noção de presente, passado e futuro;
meio indefinido onde se desenrolam, irreversivelmente, as existências na sua mutação, os acontecimentos e os fenómenos na sua sucessão;
certo período determinado em que decorre um facto ou vive uma personagem;
oportunidade;
ensejo;
estação ou ocasião própria;
prazo;
duração;
estado atmosférico;
Mús.,
cada uma das partes completas de uma peça musical, em que o andamento muda;
duração de cada parte do compasso;
Gram.,
flexão indicativa do momento a que se refere o estado ou a acção dos verbos.
loc. adv.,
a -: oportunamente, em boa hora;
a dois -s, a quatro -s: ciclos de funcionamento de um motor

B) Lista de palavras:

Célula


do Lat. celula, pequena cela
s. f.,
dim. de
cela;
casulo de semente;
cada um dos quartos ou alojamento dos cardeais;
Med.,
a mais pequena porção do organismo capaz de vida independente;
cada um dos elementos plásticos, microscópicos, dos tecidos orgânicos;
pequena cavidade ou interstício no tecido esponjoso dos ossos, etc.

Memória



do Lat. memoria
s. f.,
faculdade de conservar e reproduzir as ideias, imagens ou conhecimentos anteriormente adquiridos;
a lembrança de qualquer coisa ou alguém;
reminiscência;
aptidão para recordar especialmente certas coisas;
reputação;
fama;
nomeada;
monumento comemorativo de pessoa célebre ou de sucesso notável;
exposição sumária;
{memorandum}memorandum¸í;
nota diplomática;
apontamento para lembrança;
requerimento ou nota explicativa em que se recorda a petição ou pretensão primitiva;
memorial;
dissertação sobre assunto científico ou literário apresentada em congresso, reunião, etc. ;
Psic.,
conjunto de funções psíquicas pelas quais temos consciência do passado como tal, que inclui a fixação, a conservação, a lembrança e o reconhecimento dos acontecimentos;
Inform.,
parte de um sistema informático na qual as informações são introduzidas e conservadas e a partir da qual podem ser posteriormente recuperadas;
o suporte físico destas informações;
Electrón.,
conjunto de dispositivos e circuitos constituindo um sistema equivalente ao anterior, para armazenamento de informação em equipamento áudio e vídeo;
(no pl. ) narrações históricas escritas por testemunhas presenciais;
(no pl. ) escritos em que um autor narra factos mais ou menos ligados à sua pessoa ou à sua época.

- colectiva: conjunto dos elementos culturais, sociais e históricos que constituem as referências colectivas de um povo;
- de elefante: grande capacidade de memorização;
- de grilo: memória fraca;
- visual: faculdade de reter e lembrar posteriormente pessoas, coisas ou factos vistos;
de -: de cor;
refrescar a -: recordar ou fazer recordar algo caído no esquecimento;
varrer da -: esquecer.

Argumento

do Lat. argumentu
s. m.,
raciocínio de onde se tira a respectiva conclusão;
razão;
prova;
exposição sucinta;
assunto;
enredo;
história preparada especialmente para cinema;
discussão;
altercação.

Ácido

do Lat. acidu
s. m., Quím.,
substância capaz de formar iões de hidrogénio quando dissolvida em água;
composto hidrogenado em que o hidrogénio pode ser substituído por metais, para formar sais;
substância que reage com uma base, formando um sal ou, por vezes, água;
substância que tem um Ph inferior a sete;
substância que torna vermelho o azul de tornesol;
adj.,
acre;
azedo;
agro;
s. m.,
(no pl. ) corpos derivados por oxidação dos álcoois e dos aldeídos.




Resistência

do Lat. resistentia
s. f.,
acto ou efeito de resistir;
qualidade de um corpo que anula os efeitos ou a força de outro;
oposição;
obstáculo;
reacção;
defesa;
fig.,
teimosia;
Fís.,
grandeza física característica dos condutores eléctricos que é igual à razão entre a diferença de potencial ao longo do material e a intensidade da corrente que o atravessa;
Electr.,
qualidade que um material apresenta de se opor à passagem de uma corrente eléctrica;
fio metálico com essa qualidade, utilizado geralmente em aparelhos de aquecimento.

sábado, 27 de outubro de 2007

O MICRÒCUS
O micrócus é um micróbio. E, como tal, não o poderemos ver, a não ser, é claro, por um microscópio. Ele, porém, dificilmente é visto, mesmo através de tal aparelho,pois sua timidez não tem limite. Detesta aparecer.Quando o empurramos à força, ele fica vermelho e nunca nos olha no rosto. Sua função é trazer até nós uma doença fatal: a microcunésia!!!Pois se ele nos espetar com aquela setinha que carrega na mão, o resultado é terrível, se bem que ninguém saiba exatamente o que é, pois nunca ninguém foi espetado. Extrememente delicado e atencioso com todos, ele tem seus aposentos nas proximidades do cerebellum, num quartinho por demais confortável, graciosamente florido com as flores dispostas com notável bom gosto pelo quarto, em belos vasos sangüíneos. Nesse mesmo quarto, ele arrisca de vez em quando pintar um quadro e, sem nenhuma pretensão, pinta lindos motivos florais de cativante frescura.
Podemos até visitá-lo depois do seu expediente, quando seremos acolhidos com um lanche apetitoso.Se ele não conversa muito, por causa da sua timidez, escuta maravilhosamente - e, principalmente, acredita em tudo que a gente fala e adora as nossas piadas.
Certa vez, um micrócus se apaixonou por um anticorpo que era freira. Desse amor impossível resultou a desgraça dos dois. Ela, por sua heresia foi queimada vivia numa úlcera transformando-se em santa e indo para o céu da boca. Ele foi condenado a passar o resto da vida numa prisão de ventre.
Mas o micrócus mais célebre foi um que conseguiu escalar um homem de dois metros dos pés a cabeça, em três horas apenas; lá chegando, hasteou, altiva, a bandeira da sua espécie, imortalizando-a para todo sempre.
(postado por Cristina e Simara)






(Postado por Cristina e Simara)



Levantamento de hipóteses do texto de DOOLING e LANDMAN.

Respostas às perguntas do Item C.



  • O texto fala do descobrimento das Américas;


  • As três irmãs trata-se das caravelas das expedição;

  • As imensidões tranqüilas, os picos e os vales turbulentos eu diria que é o mar, hora calmo, hora turbulento

  • O termo gema trata-se da verba destinada a financiar a viajem.


  • Criaturas aladas, são os pássaros que ele avistou ao se aproximar do novo continente.


  • O herói é Cristovão Colombo.



Item d) TEXTO DE DOOLING E LANDMAN:




Tema Central:



"Os olhos enganam", disse ele, "um ovo, e não uma mesa, tipifica corretamente este planeta inexplorado".



Referente ao item e):
Não houve mudanças, e sim esclarecimentos:

Linguagem Metafórica e Linguagem Científica.



Comentário: A diferença entre a linguagem metafórica do primeiro texto e a linguagem científica do segundo texto está no gênero de cada um. O primeiro apresenta um vocabulário rico, pois, sua função é emocionar. Para entendê-lo é preciso utilizar estratégias de leitura como inferências e visão de mundo. Já o segundo texto apresenta uma linguagem mais simples e clara, pois, a sua função é informar. Entretanto, como todo texto, ele não dispensa o uso de estratégias de leitura para que haja uma efetiva compreensão do texto.


(Postado por Cristina e Simara)



Relato Comentado Nº 03: Podemos Conhecer o Universo? Reflexão sobre um grão de sal.

Para o autor, a ciência é um modo de pensar, cujo objetivo é compreender de que forma o mundo funciona; é procurar encontrar regularidades. Ela é baseada na experimentação e na disposição de desafiar velhos dogmas.
Ele afirma que devemos examinar o mundo de forma crítica. Dessa forma, cada vez que pensamos, levantando hipóteses e, fazendo a checagem das mesmas, estamos fazendo ciência; e, se praticarmos esse modo de pensar, transformando-o num hábito, cada vez mais iremos aperfeiçoá-lo.
Ele destaca que o ser humano é inteligente e, que o exercício dessa intelegência, nos dá prazer. "Compreender é uma espécie de extase".
Porém, ele questiona: "podemos realmente conhecer o Universo em nossa volta?"
Então, depois de o autor fazer uma análise de um grão de sal, ele faz uma comparação deste, com o nosso cérebro. Destaca que o número de coisas conhecíveis pelo cerebro humano não é menor que 100 trilhões. "Mas isso é apenas um por cento do número de átomos contidos no grão de sal".
Nesta perspectiva ele afirma que o Universo é incognicível, absolutamente imune a qualquer tentativa de pleno conhecimento por parte do homem. "Se não podemos conhecer um grão de sal, muito menos o Universo.

Comentário: Concordo com o ponto de vista do autor, principalmente quando diz que o Universo é incognicível. O cérebro humano jamais será capaz de armazenar tanta informação, mesmo com ajuda de livros e computadores. O motivo é que além de existir tantas coisas para serem exploradasno Universo, desde as microscópicas até a imensidão do Cosmo, a memória humana é curta. A medida que adquirimos novos conhecimentos, o cérebro os armazenam, porém, estamos aprendendo coisas novas todos os dias. Sendo assim, ele seleciona o que é para nós, mais importante e, as coisas que não utilizamos freqüentemente, com o tempo, vamos esquecendo. Contudo, mesmo que as descobertas sobre o Universo pudessem ser registradas e armazenas em computadores, nenhum ser humano poderia conhecer e memorizar todas elas. Portanto ele seria o Universo conhecido de forma fragmentada, de acordo com o interesse de pesquisa de cada um. Mesmo podendo contar com a ajuda de drogas que ampliam a capacidade de memorização e, num futuro próximo, pudessemos contar também, com as drogas que estão sendo testadas para aumentar a inteligência do ser humano, ainda assim, acredito que nenhum ser humano seria capaz de conhecer todos os mistérios do Universo.

Postado por Cristina




quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Relato Comentado nº 02: “O Milagre Brasileiro”.

O "Milagre Brasileiro" foi um período de extraordinário crescimento econômico na história política deste país. Esse período se caracterizou por ampla disponibilidade de recursos financeiros; crescimento industrial, com destaque para a indústria automobilística; aumento das importações e exportações; investimento de capital estrangeiro no país; empréstimos no exterior, tudo isso, combinado com taxas de juros relativamente baixas, isenção ou redução de tributos, e medidas semelhantes.
Muitos se beneficiaram da situação, entre eles os setores: industrial, dos serviços e da agricultura.
Porém, “ o milagre” tinha alguns pontos vulneráveis. Entre eles, a excessiva dependência do sistema financeiro do comércio internacional e, a necessidade de contar, cada vez mais com produtos importados, principalmente o petróleo.
Essa política prejudicou trabalhadores de baixa qualificação, que prestavam seus serviços a salários muito baixos, enquanto que trabalhadores bem qualificados eram supervalorizados.

Outro fator que destaco foi o contraste entre o avanço econômico e o descaso do Estado com programas sociais. O Brasil ficou conhecido no exterior por ter posição de destaque pelo seu potencial econômico em contraste com indicadores de baixa qualidade de vida da população.
Os imensos projetos da época, conhecida por “Capitalismo Selvagem”, não levaram em consideração a natureza nem mesmo as populações locais.

Comentário: Analisando essa passagem na história da economia brasileira, chego a conclusão que muitos problemas que enfrentamos hoje, são conseqüências de ações mal planejadas naquela época. A seguir destaco alguns desses problemas:
Devastação da natureza: Os projetos do governo para o desenvolvimento econômico, não previam o "consumo sustentável", o que resultou nos problemas ambientais que enfrentamos atualmente, por exemplo, o Efeito Estufa. Sabemos que o grande vilão do planeta é o EUA, porém, o Brasil também tem sua parcela de culpa. O Brasil contribuiu com tal problema, através de um conjunto de fatores que foram se agravando ao longo dos anos. Com desenvolvimento das indústrias as chaminés das fábricas passaram a lançar gases na atmosfera . A indústria automobilística também contribui com o problema, através da queima de combustível, gerado pelo aumento do tráfego de carros.
Problemas Sociais: O descaso com o trabalhador, pelo que pude perceber, vem de longa data. Apesar do governo atual, estar melhorando o salário mínimo do trabalhador, este anseia por melhores condições de trabalho, por uma vida digna, com direito a habitação, saúde e educação de qualidade. Todavia, quando precisa desses serviços a solução é pagar por eles, pois, o dinheiro de seus impostos é mau distribribuído e, não chega onde deveria. Se, no governo daquela época, havia pontos vulneráveis, o que dizer da corrupção do governpo atual?

E, por falar em Educação, nós professores, temos um grande compromisso com a sociedade. Precisamos educar nossos alunos para que exerçam uma cidadania plena; sejam sujeitos críticos e atuantes na sociedade e, principalmente, que conheçam a dimensão da palavra ética. E, quem sabe um dia, um deles não conserte esse país?!
(Postado por Cristina)


quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Avaliação: Relato Comentado.

Relato 1: Se um viajante em uma noite de inverno - Ítalo Calvino.

O texto parece ser uma introdução ao livro, no qual o narrador faz um apelo ao leitor, para que ele avise logo aos outros, em voz alta, ou grite, se preciso for, "que não quer ser pertubado, pois irá ler um novo romance de Ítalo Calvino".

Para isso, ele quer que o leitor se acomode confortavelmente e faz sugestões de posições mais cômodas e, curiosamente, entre elas, está a idéia de ler na sela de um cavalo, com o livro apoiado na crina do animal, preso às suas orelhas por um arreio especial.

A seguir, ele passa a se preocupar se as pernas do leitor estão apoiadas, os pés levantados, pois, segundo ele, esta é uma condição fundamental para desfrutar da leitura.

Ele não para por aí, a sua preocupação agora, é que o leitor verifique a iluminação, para que a mesma não canse a vista ou faça sombra na página do livro. Insiste com o leitor se ele não está esquecendo de nada que possa interromper sua leitura então pergunta, se não precisa fazer xixi.

Por fim, ele faz deduções a respeito de que tipo de pessoa esta diante do livro. Julga que o leitor é do tipo que não espera nada de nada, não tem expectativas e, que por fazer tantas renuncias em sua vida, acredita que seja certo, conceber a si mesmo, o prazer da expectitativa num âmbito bastante circunscrito que é o livro, pois, nos livros, as coisas podem ir bem ou mal, mas o risco da desilusão não é grave.

Comentário: Quando estamos realmente dispostos a ler um livro tudo que o narrador elencou é banal, (com excessão do xixi). Não percebemos o desconforto, a iluminação, nem mesmo o barulho poderá atrapalhar a leitura. Estamos motivados, e isto é que nos basta. Porém, quando falta motivação, sobra desculpas e, nem o melhor lugar do mundo vai nos convencer a desfrutar da leitura.
Por outro lado, tanta preocupação do narrador, em avisar o leitor para se prepare confortavelmente para ler o livro e, não esqueça de nada que poça atrapalhar sua leitura, pode ser um aviso de que o livro irá envolve-lo, de tal modo, que ele não irá querer parar de ler por nada.
Outro fato que me chamou atenção foi o julgamento que o narrador faz do leitor. Entendo que para ele, o leitor é uma pessoa que não cria expectativas no mundo real, por medo de sofrer decepções. Então ele busca sua satisfação nos livros, onde o risco da desilusão não é grave, ou seja , não irá atingí-lo. Contudo, esse leitor seria infeliz, pois, o risco é o limite entre fracasso e o sucesso; entre a desilusão e um grande amor... Sem correr riscos ele nunca saberá o que perdeu.
(postado por Cristina)




terça-feira, 23 de outubro de 2007

Avaliação do Módulo I:

Acredito que os objetivos propostos para esta primeira unidade foram alcançados, pois, através das atividades desenvolvidas como: depoimentos, expressão de opinião, prenchimento de formulários, publicação de perfis, etc., pude refletir em práticas de leitura e escrita, que me proporcionaram ampliar meus conhecimentos, bem como, aperfeiçoar e desenvolver habilidades nestas áreas.

Ao compartilhar depoimentos de leitura e escrita de diversos autores e de meus colegas, tive oportunidade de identificar-me com depoimentos de alguns autores e surpreender-me com depoimentos de pessoas que fazem da leitura uma paixão em suas vidas. Este fato despertou em mim interesse para ler um novo livro.

A minha experiência de criação e publicação no blog está sendo muito interessante e divertida. Porém sinto-me prejudicada por ter iniciado o curso com atraso. O tempo está sendo meu maior impecílio para conseguir publicar munhas tarefas em dia. Apesar do sufoco em ver as atividades se acumulando, poço dizer que é muito gratificante todas as vezes que consigo concluí-las.

Percebo que ocorreram mudanças em meus conhecimentos sobre gêneros de discurso e capacidade de leitura e escrita, pois em minha área de atuação (que antes era matemática), não circulavam definições para estes termos. Eu utilizava diferentes tipologias textuais em minhas aulas sem me preocupar em identificar a que gênero elas pertenciam. Atualmente tenho contato com um repertório maior de tipos de textos e agora posso identificar a que gênero cada um pertence, pois, este curso permitiu -me desenvolver tal habilidade.

A exploração dos conceitos de esferas de atividades humanas e de gêneros do discurso podem interferir nas atividades de leitura e escrita de maneira positiva, pois, do ponto de vista textual, todo gênero está associado a uma esfera de atividade humana, e conhecendo e os interesses desta esfera, bem como seus atores é possível que a leitura e a escrita dos gêneros que circulam nesta esfera adquira interpretação mais clara e objetiva.


Em minha escola estamos nos empenhando em despertar em nossos alunos o interesse pela leitura e garantir aos mesmos atividades significativas para que desenvolvam as habilidades de compreensão e produção de texto. Para isto oferecemos leituras, interpretações e produções de textos de diversos gêneros; os professores utilizam várias estratégias de leituras em suas aulas; propõem reescritas de textos dos alunos em várias etapas, focando um objetivo de cada vez e fazem análises de textos bem escritos para que os alunos tenham exemplos de palavras que embelezam os textos e procurem usá-las em suas produções. (Postado por Cristina)






domingo, 21 de outubro de 2007

UNIDADE 5 - ATIVIDADE 7 - Definição de senso comum.

O senso comum é um saber que nasce da experiência cotidiana, da vida que os homens levam em sociedade. É, assim, um saber informal, que se adquire de uma forma natural (espontâneo), através do nosso contato com os outros, com as situações e com os objetos que nos rodeiam. É um saber muito simples e superficial, que não exige grandes esforços, ao contrário dos saberes formais (tais como as ciências) que requerem um longo processo de aprendizagem escolar.
O senso comum adquire-se quase sem se dar conta, desde a mais tenra infância e, apesar das suas limitações, é um saber fundamental, sem o qual não conseguiríamos nos orientar na nossa vida cotidiana.
Sendo assim, torna-se facilmente compreensível que todos os homens possuam senso comum, mas, sendo imprescindível, o senso comum não é suficiente para compreendermos a nós próprios e ao mundo em que vivemos, pois se na nossa reflexão sobre a nossa situação no mundo, nós ficarmos pelos dados do senso comum, por assim dizer os dados mais básicos da nossa consciência natural, facilmente caímos na ilusão de que as coisas são exatamente aquilo que parecem, nunca chegando a perceber que existe uma radical diferença entre a aparência e a realidade.
E há muitas aparências que se nos impõem com uma força quase irresistível, por exemplo: aparentemente o Sol move-se no céu (não é verdade que esta foi uma convicção aceita, durante muitos séculos, pela comunidade científica?). Mas, na realidade, esse movimento aparente do Sol é gerado pelo movimento de rotação da Terra.
Esta distinção entre aparência e realidade, da qual não podemos nos libertar por causa da nossa natureza intelectual, dependente da diferença que existe entre o conhecimento sensível e o conhecimento racional.
O conhecimento que temos através dos sentidos é forçosamente incompleto e filtrado, pois os nossos órgãos receptores só são estimulados por determinados fenômenos físicos, deixando de lado um campo quase infinito de possíveis estímulos (por exemplo, os nossos olhos não captam quer a radiação infravermelha, quer a radiação ultravioleta, ao passo que há seres vivos que o podem fazer, o mesmo se passando com os ultra-sons). É portanto inquestionável que não conhecemos, sensorialmente, a realidade tal como ela é.
Sendo assim, os sentidos parece que nos enganam, pois os dados que nos fornecem acerca da realidade são insuficientes para alcançarmos um conhecimento verdadeiro, ou objetivo, da mesma.Por isso a razão nos permite alcançar conhecimentos que nunca poderíamos alcançar através dos sentidos.



UNIDADE 5 - ATIVIDADE 6 - Resumo.

Trecho 15 - UNIVERSO DESCONHECIDO E COGNOSCÍVEL.

Embora o homem possua hoje um grande conhecimento sobre algumas leis que regem a realidade física conhecida, o autor acredita que, diante da grandeza da criação divina ou da evolução, dependendo da teoria que adotemos, pouco sabemos sobre tal realidade.
A busca pela construção do conhecimento é inesgotável.
Porém, não podemos perder de vista que se o homem, inicialmente, motivado pela sua fragilidade ante as forças da natureza, buscou conhecer, entender e, então, prever os fenômenos físicos em benefício de sua sobrevivência neste planeta.
Então, ao alcance da consciência de si mesmo e dos fenômenos à sua volta somente e tão somente terá valido a pena ao homem, se evoluir espiritualmente a ponto de reconhecer que os benefícios desse conhecimento pertencem a toda a humanidade, sem distinção alguma, e a todos os demais seres deste planeta, que, também, como o homem, são fenômenos da natureza e dela participam como sujeitos e objetos do processo criativo ou evolutivo.
Dizer que tudo que existe é decorrência de um mero acaso, não convence, absolutamente, porque "o nada" nada cria, nada gera. A existência é fruto de um inominável ato criador. Saber a natureza do criador é nos absolutamente impossível, por razões óbvias.

UNIDADE 5 - ATIVIDADE 5 - Generalizações parciais, seleção e síntese.

1; 10; 11; 14; 7; 9; 15; 2; 6; 3; 8; 12; 13; 4; 5.
UNIDADE 5 - ATIVIDADE 4: Localizar trechos que definem o fazer científico.

O 3º trecho define claramente o "pensar científico", que vem antes do "fazer científico", e que talvez seja a parte mais importante porque direciona o fazer científico.
Fala sobre a mentalidade científica que nos leva a perguntar "por que o que está presente é o que vemos e não algo diferente que às vezes não enxergamos a olho nu, porém existem?
Leva-nos a admitir várias hipóteses, checando-as para ver se têm sentido, se se ajustam, penetrando no âmago das coisas, por menores que sejam, como um grão de sal.
Racionalizando, verifica-se que não há posições definitivas, irreformáveis.
Agindo assim estamos pensando científicamente, e se transformar em hábito, cada vez mais será aperfeiçoado.
Somos uma espécie inteligente, e o exercício desta inteligência dá imenso prazer. O cérebro quando pensa bem, nos faz sentir bem.
Compreender é uma espécie de êxtase e isto é "fazer científico".

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

PARÓDIA: baseada na sinopse do livro de Calvino, Se um viajante numa noite de inverno
(Musica: Xuxa -Cinco Patinhos foram passear...)

Título: História sem fim.

Comprei um livro para ler
A história era interessante
porém ela não timha fim
Devido um erro de encadernação
Eu voltei à livraria para trocar
Uma nova história se apresentou
mas novamente sem fim ficou
Nessa minha busca eu passei
por situações embaraçosas
e por fim me apaixonei
por uma leitora misteriosa.

Minhas Expectativas sobre este curso:
As minhas expectativas para o final deste curso é de que eu adquira competências e habilidades para escrever diferentes textos de forma eficiente; aperfeiçoar meus conhecimentos em tecnologias de informação e comunicação; aprofundar meus conhecimentos nas diferentes áreas, principalmente em Língua Portuguesa e ter subsídios para dar suporte técnico aos professores para que eles possam aprimorar as práticas pedagógicas de leitura e escrita, junto aos alunos.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

UNIDADE 5 - MURAL DA CIÊNCIA.
Ciência é uma cultura científica que propicia melhores condições para a busca do conhecimento, para os valores da cidadania imprescindíveis para a compreensão da vida cotidiana, para o desenvolvimento do pensamento autônomo e inserção crítica na sociedade.
É o conhecimento ou sistema de conhecimentos que abarca verdades gerais testadas através do método científico.
A Matemática é uma ciência com características próprias, que se organiza via teoremas e demonstrações; é um conhecimento social e historicamente construído, importante no desenvolvimento científico e tecnológico.
O ensino de Matemática pode contribuir para que os alunos desenvolvam habilidades relacionadas à representação, compreensão, comunicação, investigação e, também, à contextualização sociocultural.
Lista de aspectos que caracterizam a ciência: Pesquisa, experimentos, objetividade, intersubjetividade (não separa objeto do sujeito, observador), positividade (adesão aos fatos), racionalidade, revisibilidade (não há posições definitivas, irreformavéis, nem na matemática), autonomia, recursos tecnológicos, ambientes informatizados, investigação racional, estudo da natureza, descoberta de verdades, lógica, desenvolvimento de teorias, métodos, campo sistemático de estudo, informação, conceitos, tem duas dimensões (pura x aplicada ou natural x social).

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

AVALIAÇÃO DO MÓDULO I.

Os objetivos deste módulo foram perfeitamente contemplados nas atividade desenvolvidas. Percebi isto durantes as aulas e as atividades feitas em casa.
Ao iniciar o curso, eu tinha apenas a visão do trabalho de alfabetização (ciclo I) com alguns gêneros e tipologias de textos, agora verifico que nosso trabalho tem a continuidade no ciclo II e ensino médio num grau maior de abrangência, numa esfera mais aberta e livre para o letramento de cada leitor e escritor.
Está sendo tudo muito importante para nossa formação enquanto leitor, escritor e também para metodologia de trabalho direcionando-nos a uma visão que realmente poderá reverter o paradoxo em que a escola vive.
O curso sugere formas de trabalho e preparo de aulas que levam o aluno a ter reais condições de ser cidadão crítico e participativo, pois não se concebe uma cidadania plena sem a utilização da leitura, e ler na escola é ler para inserir-se na sociedade letrada.
Considero a intertextualidade (textos verbais e não verbais), um dos meios que realmente faz a diferença para a aprendizagem e desenvolvimento das capacidades leitoras, escritoras e formação do aluno.
Todo conteúdo tem sua origem em um texto extraído de várias fontes que se completam, vários gêneros que repertoriam melhor o aluno, dá noção de tempo, espaço, compreensão de passado, presente e futuro e oportunidades de aprendizagem reais e significativas de coesão, coerência e reflexão da língua.
Isto só acontece com competência quando se conhece a esfera de atividade que aparece no texto que está sendo lido ou escrito. Para cada gênero do discurso é usado habilidades de leitura ou escrita diferentes. Uma coisa é ler ou escrever um bilhete, outra é dissertar ou argumentar sobre algo.
Deve-se desenvolver habilidades para se expressar em diferentes situações de caráter privado e público, usar a linguagem adequada a cada ambiente.
Tudo isso tem a ver com a experiência que estamos vivenciando no blog, porque exercita nossa competência leitora e escritora durante todo o tempo e nos coloca em contato com vários gêneros de textos e as mais variadas informações que nos leva a redigir textos mais adequados.
Todo texto falado ou escrito pertence a um determinado gênero do discurso, e está sempre associado a uma esfera de atividade humana que se insere em um contexto sócio-histórico e econômico mais amplo.
A linguagem não é algo separado da vida humana, ela fundamenta e atravessa as várias atividades que realizamos, portanto os conceitos de esfera de atividade e de gêneros do discurso interferem nas atividades de leitura e escrita facilitando a reflexão e compreensão no ato de ler e escrever, melhorando a competência comunicativa e cultural.
Em 2005, nos HTPCs de nossa escola, começamos a estudar o livro "Escola, leitura e produção de textos" de Ana Maria Kaufman e Maria Elena Rodriguez, que apresenta uma classificação simples e adequada ao Ciclo I, dos textos produzidos na atualidade.
Oferece uma proposta didática que leva os alunos a serem bons leitores e escrevam com autonomia.
Organizamos os trabalhos pedagógicos de forma que todos os alunos conheçam e reconheçam todas as tipologias textuais, que foram agrupadas a partir da identificação de certas características comuns, que justificam incluí-las em uma mesma categoria e assim classificamos as seguintes divisões: textos literários, jornalísticos, de informação científica, instrucionais, epistolares, humorísticos e publicitário. Cada uma destas categorias admitem variedades: entre os textos jornalísticos, encontramos as notícias, as reportagens, as entrevistas, os artigos editoriais, os artigos de opinião, as colunas, as crônicas, etc.; entre os textos literários, estão os contos, os poemas, as fábulas, etc.; e assim por diante nos outros tipos de texto.
Nos textos reconhecemos e trabalhamos as "funções e estruturas" específicas de cada um, tanto para a leitura como para a escrita, pode-se fazer um paralelo com as mesmas intenções das esferas de atividades e gêneros do discurso estudado neste módulo.
Nas aulas se faz a reescrita dos textos produzidos pelos alunos, para que eles reflitam e utilizem os recursos necessários para a produção de textos bem escritos, nos seus vários gêneros.
Também, na leitura dos diversos gêneros de textos, os alunos vão estabelecendo sentidos a partir das marcas próprias de cada texto e de acordo com a sua experiência de leitura e visão de mundo.
POSTADO POR: SIMARA.